Anderson Silva: Indenização milionária por processo contra o UFC
- Redação

- 4 de set. de 2025
- 2 min de leitura

Anderson Silva, lenda do MMA, deve receber uma indenização de mais de R$ 56 milhões em um processo judicial contra o UFC. O valor faz parte de um acordo coletivo que visa compensar lutadores que alegaram práticas anticompetitivas por parte da organização entre 2010 e 2017. O montante de US$ 10,33 milhões, que equivale a R$ 56,1 milhões na cotação atual, coloca o brasileiro como o maior beneficiado entre os mais de mil atletas contemplados.
Entenda o acordo judicial entre Anderson Silva, os demais lutadores e o UFC
O processo antitruste, iniciado em 2014, culminou em um acordo de US$ 375 milhões, aprovado em fevereiro de 2025 pelo juiz Richard Boulware. Desse total, US$ 251 milhões foram destinados aos lutadores elegíveis, enquanto o restante cobriu os honorários advocatícios.
O caso cobriu atletas que competiram no UFC durante o período de dezembro de 2010 a junho de 2017. Por ter lutado nesse intervalo, Anderson Silva foi automaticamente incluído no grupo que receberá a indenização. O ex-campeão dos médios agora tem a opção de aceitar ou recusar o pagamento.
Enquanto a indenização de Anderson Silva é a maior do grupo, os pagamentos variam consideravelmente. A média por lutador é de US$ 250 mil, com o menor valor registrado sendo de US$ 16.138,45. Cerca de 35 atletas receberão mais de US$ 1 milhão.
Práticas anticompetitivas e o monopólio do UFC
A ação judicial acusava o UFC de monopolizar o mercado de artes marciais mistas e de restringir a liberdade e a remuneração dos lutadores. Entre as práticas apontadas, estavam a imposição de contratos exclusivos com cláusulas restritivas, ameaças a atletas que tentassem lutar em outras organizações, e a compra de empresas concorrentes, como Pride, WEC e Strikeforce, para centralizar o mercado.
Com informações de: MSN











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