Pentágono Confirma Novo Ataque Letal Perto da Venezuela Contra Embarcação de Narcoterroristas
- Redação

- 3 de out. de 2025
- 2 min de leitura

O Secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, confirmou nesta sexta-feira (3) que o Pentágono realizou um novo ataque cinético e letal contra uma embarcação que, segundo Washington, estava ligada a organizações terroristas e ao narcotráfico. A operação, ordenada pelo presidente Donald Trump, ocorreu em águas internacionais, na área de responsabilidade do Comando Sul, próximo à costa da Venezuela.
Hegseth informou que o ataque resultou na morte de quatro indivíduos a bordo, descritos como "narcoterroristas", sem que nenhuma força americana fosse ferida na ação. O Pentágono também divulgou um vídeo que mostra a explosão da embarcação.
Justificativa do Ataque e Alvo Próximo à Venezuela
O ataque é o mais recente de uma série de ações contra o narcotráfico na região. Em uma declaração na rede social X, Pete Hegseth detalhou a justificativa da ofensiva:
"O ataque foi realizado em águas internacionais, próximo à costa da Venezuela, enquanto a embarcação transportava quantidades substanciais de narcóticos – com destino aos Estados Unidos para envenenar nosso povo."
Segundo o secretário, a inteligência americana confirmou, "sem sombra de dúvida", que a embarcação era usada para traficar narcóticos, que seus ocupantes eram narcoterroristas e que operavam em uma rota de trânsito conhecida pelo narcotráfico.
Ameaça de Continuidade das Ações Militares de Trump
Hegseth, indicado pelo presidente Trump para o cargo, deixou claro que este não será o último ataque. O secretário enfatizou a política de segurança da administração: "Esses ataques continuarão até que os ataques ao povo americano acabem!!!!".
O incidente próximo à Venezuela realça a intensificação das operações militares dos EUA, sob ordens de Trump, contra alvos que Washington designa como ameaças diretas à segurança e saúde pública americanas. A embarcação, segundo as autoridades, estava carregada de drogas que seriam destinadas aos Estados Unidos.
Com informações de: InfoMoney











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