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Tensão no Caribe: Trump anuncia que EUA abateram três embarcações venezuelanas

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 17 de set. de 2025
  • 2 min de leitura
Barco da Guarda Costeira da Venezuela monitora costa de Puerto Cabello
Foto: Juan Carlos Hernandez/Reuters

O conflito entre Estados Unidos e Venezuela se intensificou após o presidente norte-americano, Donald Trump, afirmar que a frota militar dos EUA, que opera na costa venezuelana, abateu uma terceira embarcação.


Segundo ele, o barco transportava drogas e foi “eliminado” pela Força Naval dos EUA. A nova ofensiva, que ainda não foi confirmada por Caracas, se soma a outros dois ataques recentes, um dos quais deixou três mortos.


A escalada da tensão levou a Venezuela a mobilizar suas Forças Armadas. Especialistas em direito internacional questionam a legalidade das ações dos EUA e argumentam que a justificativa de combater o narcotráfico não é compatível com o poderio militar empregado na região, que inclui navios de guerra e caças F-35.


Ataques de Trump ao litoral venezuelano e resposta de Maduro


A declaração de Trump, feita a jornalistas na Casa Branca, aumenta a contagem de embarcações abatidas de duas para três. O presidente norte-americano não forneceu detalhes sobre a data e o local do ataque mais recente, mas o governo dos EUA justifica as ações com base em uma lei antiterrorismo implementada após os ataques de 11 de setembro de 2001, além de alegar que as operações ocorrem em águas internacionais.


Em resposta, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, evitou comentar diretamente as declarações de Trump, mas clamou por “união nacional” e disse que o país exercerá seu “direito legítimo de se defender”.


Maduro acusa os EUA de tentarem uma “guerra no Caribe contra a Venezuela”. Ele também afirmou que a maior parte da cocaína que chega aos EUA não passa pelo Caribe, mas por portos no Equador e pelo Oceano Pacífico.


Opinião de especialistas e contexto da tensão


A mobilização militar na Venezuela e a resposta de Washington, que enviou caças F-35 para Porto Rico, acenderam um alerta em outros países da região, como Brasil e Colômbia. A escalada de violência ocorre em meio a acusações de que Maduro lidera uma rede de tráfico de drogas, conhecida como "Cartel de los Soles", o que é motivo de debate entre os especialistas.


Em Genebra, um grupo de especialistas em direitos humanos publicou um comunicado, por meio do Conselho de Direitos Humanos da ONU, alertando para a ilegalidade dos ataques. “O direito internacional não permite que os governos simplesmente assassinem supostos traficantes de drogas”, diz o texto. Os especialistas defendem que as atividades criminosas devem ser investigadas e processadas de acordo com a lei, incluindo a cooperação internacional.


Apesar da condenação, ataques letais fora do território nacional têm sido usados por governos norte-americanos (republicanos e democratas) nas últimas décadas em operações de combate à pirataria e ao terrorismo.


Com informações de: G1

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