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Mercosul assina acordo histórico de livre comércio com quatro países europeus

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    Redação
  • 16 de set. de 2025
  • 2 min de leitura
Presidentes assinando acordo com o Mercosul.
Foto: Júlio César Silva/MDIC

Em um movimento para fortalecer suas relações comerciais, o Mercosul assinou nesta terça-feira (16) um tratado de livre comércio com os quatro países da Associação Europeia de Livre Comércio (Efta): Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. O acordo, assinado no Palácio Itamaraty, no Rio de Janeiro, cria um mercado de 290 milhões de consumidores e um PIB conjunto de US$ 4,39 trilhões.


As negociações, que começaram em 2017 e duraram 14 rodadas, foram concluídas em junho de 2025. O vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin classificou o tratado como um "grande e importante" passo, defendendo que o livre comércio e o multilateralismo são essenciais em um "mundo de incerteza", em referência a políticas protecionistas como as impostas pelos Estados Unidos.


Os benefícios e as regras do acordo do Mercosul


O acordo Mercosul-Efta prevê a eliminação de 100% das tarifas de importação para os setores industrial e de pesca, o que tornará os produtos do bloco sul-americano mais competitivos. A parceria também abre oportunidades comerciais para o agronegócio, incluindo carnes, milho, farelo de soja, frutas e sucos.


O tratado também abrange áreas como investimentos, direitos de propriedade intelectual, compras públicas e defesa comercial, com inovações como a cláusula ambiental que beneficia prestadores de serviços digitais que utilizam matriz elétrica com pelo menos 67% de energia limpa.


Próximos passos e a questão da União Europeia


O acordo com a Efta ainda precisa ser aprovado pelos congressos dos países envolvidos, incluindo o Congresso Nacional do Brasil. A cerimônia de assinatura, que contou com a presença de ministros e diplomatas de diversos países, reforçou a posição do Mercosul como defensor do livre comércio global.


Ao mesmo tempo, as expectativas se voltam para o acordo de livre comércio com a União Europeia, que aguarda aprovação do Parlamento europeu. Enquanto países como Alemanha e Espanha defendem o tratado como uma forma de compensar perdas comerciais e reduzir a dependência da China, a França se opõe, alegando preocupações ambientais e agrícolas. O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, acusa a França de protecionismo. Com informações de: Agência Brasil

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