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Reconstrução da BR-319: Lula promete obra com responsabilidade ambiental

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 9 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 9 de set. de 2025

Presidente Lula, de terno, em entrevista.
Foto: Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou, em entrevista exclusiva à Rede Amazônica em Brasília na segunda-feira (8), que a reconstrução da BR-319 será realizada para reconectar as cidades de Manaus (AM) e Porto Velho (RO). O presidente garantiu que a obra terá responsabilidade ambiental, com foco em equilibrar o desenvolvimento com a preservação da floresta amazônica. A estrada, que tem um trecho central de aproximadamente 400 quilômetros, atravessa áreas de mata nativa, o que tem gerado entraves ambientais por mais de 20 anos.


Obras da BR-319: Entraves e preocupações ambientais


A BR-319, inaugurada em 1976, é a única ligação terrestre que conecta o Amazonas e Roraima ao restante do Brasil. Atualmente, a rodovia possui trechos sem pavimentação que dificultam o tráfego e causam prejuízos. Por conta dos impactos ambientais, a obra de reconstrução da BR-319 tem gerado controvérsias e debates.


Lula defendeu a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, afirmando que ela não é contra o projeto, mas busca uma execução planejada e responsável. "Não podemos fazer uma rodovia e, dois meses depois, ver o desmatamento, o grileiro criando gado onde não pode criar", pontuou o presidente, reforçando que a obra depende de um pacto entre os governos federal, estaduais e municipais.



Avaliação ambiental e desafios judiciais


Diante das polêmicas, o Ministério do Meio Ambiente, sob a liderança de Marina Silva, criou uma comissão interministerial para conduzir uma Avaliação Ambiental Estratégica (AAE). A iniciativa, que envolve a Casa Civil e o Ministério dos Transportes, visa criar um modelo de governança para uma faixa de 100 quilômetros ao redor da rodovia, incluindo terras indígenas e unidades de conservação.


Atualmente, a obra enfrenta desafios na Justiça Federal, que já suspendeu a licença prévia para o trecho central. Recursos judiciais apontam para possíveis impactos ambientais, como desmatamento e especulação imobiliária. A Advocacia-Geral da União (AGU), entretanto, defende que 55% da área já é protegida por unidades de conservação.


Com informações de: G1

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