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Tetracampeã Mundial: Thalita Simplício Lidera Dia de Três Medalhas para o Brasil em Déli

  • Foto do escritor: Redação
    Redação
  • 29 de set. de 2025
  • 2 min de leitura
Thalita Simplício e o guia Felipe Veloso celebram ouro no Mundial Paralímpico de atletismo
Foto: Cris Mattos/CPB

A brasileira Thalita Simplício confirmou seu domínio nos 400m T11 (para atletas cegos) e conquistou o tetracampeonato mundial de atletismo paralímpico nesta segunda-feira (29), em Nova Déli, Índia. O feito da velocista de 28 anos puxou um dia de sucesso para a delegação nacional, que somou três medalhas ao quadro geral: um ouro com Thalita e duas pratas com André Rocha e Maria Clara Augusto.


Com os novos resultados, o Brasil manteve a sequência de pódios em todos os dias de competição. No quadro geral de medalhas, o país foi brevemente ultrapassado pela China (que tem mais bronzes), mas se mantém na vice-liderança com 4 ouros e 7 pratas.



Thalita Simplício Conquista o Quarto Ouro nos 400m T11


Dona da prata nas últimas Paralimpíadas, Thalita Simplício chegou à Índia como líder da temporada e não deu chance às adversárias. Acompanhada pelo guia Felipe Veloso da Silva, a brasileira controlou a prova e acelerou no trecho final para garantir a vitória com o tempo de 59s76, quase dois segundos à frente da angolana Juliana Moko, que ficou com a prata.


Esta é a nona medalha de Thalita Simplício em Mundiais. Nascida com glaucoma e cega desde os 12 anos, a atleta, que iniciou no atletismo aos 15, ainda disputará os 200m T11 em Nova Déli, onde buscará mais um pódio.


Pratas no Lançamento e na Velocidade Elevam o Brasil


Maria Clara Augusto celebra com bandeira do Brasil a prata no Mundial Paralímpico de atletismo
Foto: Alessandra Cabral/CPB

As pratas vieram com atletas de diferentes classes e modalidades:

  • André Rocha (Lançamento de Disco F52): O atleta de 48 anos, que buscava o tricampeonato mundial na classe para competidores em cadeira, ficou a apenas 4 centímetros do ouro. Seu melhor lançamento de 19,29m foi superado pelo letão Aigars Apinis (19,32m). André, ex-policial militar, superou lesões graves na coluna para se tornar um atleta paralímpico.


  • Maria Clara Augusto (100m T47): A velocista de 21 anos conquistou a prata na classe para atletas com deficiência nos membros superiores. Apesar de uma largada lenta na final, Maria Clara fez uma grande arrancada e cravou sua melhor marca pessoal: 12s20, ficando atrás apenas da equatoriana Kiara Rodriguez (11s97). A brasileira, que já tem um bronze em Mundiais, ainda compete nos 200m e 400m T47.


Resultados: Brasileiros Avançam às Finais em Déli


André Rocha celebra prata no Mundial Paralímpico de atletismo
Foto: Alessandra Cabral/CPB

Diversos outros atletas do Brasil garantiram vaga nas decisões em suas respectivas provas, confirmando a força da delegação:


  • Verônica Hipólito liderou sua bateria nos 100m T36.

  • Yeltsin Jacques (recordista mundial) e Júlio Cesar Agripino lideraram as baterias dos 1.500m T11.

  • Alan Fonteles (campeão paralímpico em 2012) avançou à final dos 100m T64.

  • Daniel Martins (campeão do Rio 2016) se classificou para a final dos 400m T20.


Outros nomes como Jean Oliveira da Silva, Fabrício Ferreira, Matheus de Lima e Henrique Caetano também garantiram vagas nas finais, prometendo mais medalhas para o país nos próximos dias do Mundial Paralímpico de Atletismo.


Com informações de: Globo Esporte

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