Trump Impõe Ultimato ao Hamas para Aceitar Plano de Paz em Gaza; Prazo Vence Domingo
- Redação

- 3 de out. de 2025
- 2 min de leitura

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou a pressão sobre o grupo palestino Hamas nesta sexta-feira (3), estabelecendo um ultimato para a aceitação de seu plano de paz para Gaza. Trump exigiu uma resposta ao acordo até as 18h (horário de Washington, D.C.) de domingo (5), alertando para a possibilidade de um "INFERNO como nunca visto antes" caso o grupo rejeite a proposta.
O plano, apresentado em conjunto com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na Casa Branca, aguarda o posicionamento do Hamas desde a última segunda-feira (29). Israel já manifestou concordância com o documento de 20 pontos.
Detalhes da Ameaça e a Reação nas Redes Sociais
Em uma série de publicações nas redes sociais, o presidente Trump demonstrou impaciência com a falta de uma resposta definitiva do grupo palestino. Ele enfatizou que o acordo representa uma "ÚLTIMA CHANCE" para evitar uma escalada catastrófica do conflito.
“A violência e o derramamento de sangue cessarão. LIBERTEM OS REFÉNS, TODOS ELES, INCLUINDO OS CORPOS DOS MORTOS, AGORA!”, escreveu Trump, reforçando um dos pontos centrais da proposta. Ele também direcionou um apelo aos civis, pedindo que "todos os palestinos inocentes" se deslocassem para áreas mais seguras dentro de Gaza.
Entenda o Plano de Paz de Trump para Gaza
O plano americano visa o fim da guerra e a estabilidade na região, com base em pilares específicos:
Cessar-Fogo Permanente e Libertação de Reféns: O acordo prevê o fim total dos combates e a soltura de todos os reféns detidos pelo Hamas. Em contrapartida, Israel libertaria prisioneiros palestinos e devolveria restos mortais.
Governança e Reconstrução: A proposta não permite a anexação de Gaza por Israel. O território passaria por um período de governo internacional temporário, denominado "Conselho da Paz", que seria chefiado pelo próprio Trump, com a participação de figuras como o ex-premiê britânico Tony Blair.
Controle e Desmilitarização: O controle final de Gaza seria transferido para a Autoridade Palestina. O plano também exige a desmilitarização do território e a não participação do Hamas em seu futuro governo.
Anistia: O acordo sugere que integrantes do grupo palestino que optarem pela rendição seriam anistiados, um ponto de alta sensibilidade política.
A resposta do Hamas a este plano de paz é considerada crucial para o futuro imediato do conflito no Oriente Médio, com o prazo final se esgotando no domingo à noite.











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